sábado, 28 de fevereiro de 2009

Amo-te?

Amo-te?
Não sei...
Mas sei, que adoro a tua loucura. Adoro o quanto doidos conseguimos ser em conjunto, adoro que puxes por mim e me leves ao limite. Teremos limite? Talvez não, afinal tudo em nós é um avanço, um salto para mais um desafio e um novo limite se aproxima. A minha e a tua vontade, juntas entram em tal sintonia que nada as demove, queremos mais e mais, sempre imaginamos novas loucuras, e elas elevam-nos a mais um patamar, a mais um limite e o nosso sangue ferve tal qual a lava que explode de um vulcão em erupção, e o nosso desejo avança a um ritmo alucinante.
Sinto-te meu. Tão meu... Só meu!
E assim percebo porque os nossos caminhos se cruzaram. Tinhamos que nos encontrar! Eu seria muito mais triste e sem sentido sem ti.
A nossa cumplicidade é única. É total.
Damos-nos um ao outro de tal forma que nos extraímos todo o prazer que nos conseguimos dar.
Amo-te?
Não sei...
Mas sei!
Amo-te!